O autor
Escritor e engenheiro de software — ensaios sobre tecnologia, cultura e o ofício de fazer.
Sobre
Sou Vinicius Leal — vncs em quase todo lugar. Engenheiro de software de dia, escritor nas horas roubadas. Passo a maior parte do tempo entre código e palavras, tentando fazer as duas coisas com o mesmo cuidado.
Este site não é um blog de tecnologia. É uma coleção de ensaios sobre o que acontece quando a tecnologia encontra a cultura: o zeitgeist na era da IA, o ofício de fazer coisas que duram e as línguas que inventamos para falar com máquinas — e uns com os outros. Escrevo em português, sem pressa, porque as melhores ideias não têm deadline.
Acredito em texto longo, processo visível e obra inacabada. O que você lê aqui está sempre em revisão — como o navio de Teseu, cada ensaio pode ter suas tábuas trocadas a qualquer momento, sem aviso e sem perder a viagem.
Se um ensaio te fez pensar, me procure nas redes abaixo. A conversa é a melhor parte de publicar.
Ensaios
- 01
Skin in the game — ou Redes sociais cada vez menos sociais
O paradoxo das redes sociais: nunca estivemos tão conectados, e nunca nos sentimos tão sozinhos. O problema é que, sem risco, não há interação social de verdade — só performance.
zeitgeist - 02
Projetando o Navio de Teseu
Como lidar com a mudança constante: se cada peça de um sistema já foi substituída, ele ainda é o mesmo? Sobre identidade, manutenção e o ofício de reconstruir sem afundar.
oficio - 03
Non finito
Ou "sua obra nunca estará pronta": Michelangelo, o inacabado como método e a coragem de publicar mesmo assim.
oficio - 04
Deus x Máquina
Ou "a direção do zeitgeist na era da IA": quem decide para onde sopra o vento quando as máquinas também sopram?
zeitgeist - 05
Human in the Loop
Ensinando o humano a substituir a máquina: a ironia de treinar sistemas que aprendem a nos substituir — e o que sobra para nós.
zeitgeist - 06
Vibe Coding = Code Gambling
Apostando no caça-níquel do prompt: a diferença entre programar e jogar — e por que a casa sempre ganha.
oficio - 07
Babel as a Service
O algoritmo nos deu uma língua própria: cada bolha fala seu dialeto, e a torre segue crescendo.
linguagem - 08
Machine Write / Machine Read
Ou como consumir conteúdo gerado por máquinas: quando máquinas escrevem para máquinas e lemos por resumo, quem ainda está na conversa?
linguagemzeitgeist